Últimas
O banco precisa avisar antes de cobrar a anuidade do cartão?Por que o banco parcela a fatura do cartão sem o cliente pedir?Posso cancelar um cartão de crédito mesmo com compras parceladas em aberto?Pode cobrar anuidade de um cartão de crédito que nunca foi desbloqueado?Após separação, mulher descobre cobranças por móveis comprados pelo ex-companheiro e teme negativação: dívida do casal é sempre dividida?O banco pode enviar cartão de crédito que o consumidor nunca pediu?Como descobrir se existem chaves Pix cadastradas no seu CPF sem você saber?Como transferir uma chave Pix para outro banco sem perder o cadastro?Pix foi debitado, mas não chegou ao destinatário: o que fazer?Como cancelar uma autorização de Pix Automático no aplicativo do banco?O banco precisa avisar antes de cobrar a anuidade do cartão?Por que o banco parcela a fatura do cartão sem o cliente pedir?Posso cancelar um cartão de crédito mesmo com compras parceladas em aberto?Pode cobrar anuidade de um cartão de crédito que nunca foi desbloqueado?Após separação, mulher descobre cobranças por móveis comprados pelo ex-companheiro e teme negativação: dívida do casal é sempre dividida?O banco pode enviar cartão de crédito que o consumidor nunca pediu?Como descobrir se existem chaves Pix cadastradas no seu CPF sem você saber?Como transferir uma chave Pix para outro banco sem perder o cadastro?Pix foi debitado, mas não chegou ao destinatário: o que fazer?Como cancelar uma autorização de Pix Automático no aplicativo do banco?

Edson Fachin anuncia acordo CNJ e DPU para proteger órfãos do feminicídio

STF reúne CNJ e DPU para criar fluxo nacional e ampliar acesso à Justiça, com medidas focadas em órfãos do feminicídio e desjudicialização digital.

acordo CNJ e DPU para proteger órfãos do feminicídio
Imagem gerada por IA — acordo CNJ e DPU para proteger órfãos do feminicídio

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, participou nesta terça-feira (19/5/2026) da assinatura de acordos entre o CNJ e a Defensoria Pública da União (DPU voltados à proteção de crianças e adolescentes que ficaram órfãos em razão do feminicídio.

Na cerimônia realizada no STF, as medidas também incluem a ampliação do acesso à Justiça e o incentivo à solução consensual de conflitos, com foco em estratégias de desjudicialização.

CNJ e DPU criam fluxo nacional para proteção integral de órfãos do feminicídio

Um dos memorandos de entendimento assinados prevê a criação de um fluxo nacional para garantir proteção integral a crianças e adolescentes que perderam as mães por feminicídio.

De acordo com o acordo, o CNJ recomendará aos tribunais estaduais que comuniquem às defensorias públicas a existência de filhos ou dependentes menores de vítimas do crime. A medida busca permitir a regularização da representação legal e acelerar o acesso à pensão especial prevista na Lei 14.717/2023.

Fachin vincula iniciativa a proteção e ampliação de mecanismos de busca ativa

Ao comentar a iniciativa, Edson Fachin afirmou que o feminicídio “é uma tragédia que exige respostas concretas do Estado e das instituições de Justiça”. Para o ministro, a parceria entre CNJ e DPU é “uma providência importante” para assegurar proteção a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.

Fachin também disse que o acordo permite ampliar mecanismos de busca ativa e acolhimento institucional para dar efetividade aos direitos previstos em lei.

Portaria do CNJ 191/2026 institui grupo de trabalho para desjudicialização digital

No mesmo evento, foi assinada a Portaria CNJ 191/2026, que institui grupo de trabalho voltado à ampliação do acesso à Justiça e ao incentivo a políticas de desjudicialização, com foco em autocomposição digital.

A iniciativa terá como referência a experiência do programa Pacifica, desenvolvido pela Defensoria Pública do Paraná para resolução consensual de conflitos familiares por meio digital.

O ministro Edson Fachin afirmou que experiências bem-sucedidas dos estados poderão ser nacionalizadas com apoio do CNJ e das demais defensorias públicas.

Programas digitais como WhatsApp e QR Codes viabilizam resolução extrajudicial no Pacifica

A defensora pública do Paraná Flávia Palazzi, coordenadora do programa Pacifica, apresentou o projeto no STF. Segundo ela, a proposta viabiliza a resolução extrajudicial de conflitos familiares por meio de plataformas digitais acessíveis, como WhatsApp e QR Codes.

Palazzi declarou que a iniciativa expandiu o alcance da defensoria pública para todos os municípios do Paraná sem necessidade de criação de novas sedes físicas. Ela também afirmou que a experiência reforçou a necessidade de adequar a atuação à realidade digital apontada pela pandemia de Covid-19.

Participaram do evento defensores públicos de todos os estados brasileiros, além de representantes institucionais da DPU e de entidades ligadas à defensoria pública.

Fonte: STF, 19/5/2026.

O Smart Jur é um portal de notícias jurídicas que acompanha as decisões do STF e do STJ, as mudanças na legislação e os temas que afetam o dia a dia do cidadão e dos profissionais do Direito: previdenciário, civil, trabalho, tributário, consumidor, trânsito, penal e Exame da OAB. Os conteúdos são produzidos com base em fontes oficiais, em linguagem clara e acessível. Saiba mais sobre o Smart Jur ou fale com a redação.